A memória muscular, a capacidade do músculo para lembrar ou armazenar informações de intervenções de treinamento anteriores após um longo período de destreinamento para acelerar o processo de readaptação. De grande importância, no entanto, é esse fenômeno em relação à estruturação do treinamento de um indivíduo, seja treinador, atleta ou guerreiro de fim de semana. A memória é um componente essencial do corpo humano, independentemente da sua área de origem. Deve ser entendido que o corpo tem um objetivo principal: sobreviver. Assim, enquanto a adaptação é um processo dispendioso, também é um processo necessário e, quando um estímulo com o qual o corpo teve que interagir para iniciar essa adaptação, continua sendo universalmente reconhecido que "memórias" são deixados para trás. Conforme apresentado por Levin et al., A memória pode ser definida como "modificação dependente da experiência da estrutura interna, de uma maneira específica de estímulo que altera a f...
Quando falamos de nutrição esportiva, são muitas as dúvidas a respeito do que comer, especialmente depois do treino. A verdade é que, se você treinou pesado e levou seus músculos a trabalharem bastante, gastou suas reservas de açúcar e usou bastante as fibras musculares. Então, precisa recuperar-se por meio da alimentação. O pós-treino serve, ao mesmo tempo, para recuperação e crescimento muscular. O que isso quer dizer? Que você precisa de um combustível de boa qualidade para ajudá-lo nesse processo: carboidratos e proteínas na proporção ideal para reconstruir os músculos e recuperar o organismo. Quanto de proteína? A síntese de proteínas é o processo que transforma a proteína dos alimentos em tecido muscular. Normalmente esse processo atinge um pico mais ou menos 16 horas depois do treino – e se mantém por até 48 horas. O que isso significa? Que todas as refeições contam, não só o pré e o pós-treino. Um estudo em 2014 no Journal of Nutrition ...
Novos estudos recomendam atividades físicas regulares e moderadas a gestantes. Ao contrário de 20 anos atrás, especialistas agora sabem que o exercício é benéfico tanto para a mãe quanto para o bebê. Vinte anos atrás, era comum que médicos recomendassem repouso absoluto a mulheres grávidas. O temor, naquela época, era que exercícios físicos pudessem afetar o crescimento do bebê na barriga, provocar contrações precoces ou até mesmo ocasionar um aborto. Hoje o discurso mudou. O Congresso Americano de Obstetras e Ginecologistas (Acog, na sigla em inglês) declarou expressamente que a atividade física durante a gestação oferece “riscos mínimos” às mulheres e é até benéfico para muitas delas. As últimas diretrizes do Acog – consideradas referência mundo afora – afirmam que a relação entre o exercício físico e o parto prematuro, o aborto espontâneo ou o crescimento fetal retardado “não foi fundamentada”. Ao contrário, as mulheres deveriam ser “encorajadas a se dedicar a ...
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